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Videoporteiro Elvox: estética e função no projeto residencial

Num projeto residencial, o videoporteiro é visível em dois lugares: na fachada, onde a botoneira recebe quem chega, e no interior, onde o monitor faz parte da parede. Por isso deve ser decidido na fase de projeto, e não em obra. A gama de videoporteiros Elvox, da Vimar, cobre moradias e edifícios, com botoneiras e monitores que se ajustam à linguagem de cada projeto.

O videoporteiro costuma entrar no projeto tarde, como item técnico que o instalador resolve. O resultado vê-se depois: uma botoneira saliente numa fachada pensada para superfícies limpas, um monitor fora do alinhamento dos interruptores, uma caixa de embutir que ninguém previu.

Tratar o videoporteiro como elemento de desenho evita estes remates. Este artigo percorre as decisões que cabem ao projeto: que tipo de botoneira e monitor, que sistema para cada tipologia, em que momento do projeto decidir e como o equipamento se liga à aparelhagem e à domótica.

Dois pontos de contacto: a botoneira e o monitor

A botoneira exterior

A botoneira é a primeira peça de arquitetura que o visitante toca. Na gama Elvox, a série Pixel é modular: caixilhos de 1 a 3 módulos, para montagem embutida, com caixa própria, ou à superfície, onde se combinam módulos de áudio, câmara, botões de chamada e, em edifícios, módulo de display de 3,5” e teclado alfanumérico. A composição adapta-se ao número de habitações sem mudar a linguagem da fachada.

Para moradias e pequenos edifícios, a botoneira Roxie tem câmara a cores com ângulo de 130°, leitor RFID para controlo de acessos e botões de chamada com retroiluminação LED. Monta à superfície ou semi-embutida, com acessório dedicado e aro de proteção contra a chuva.

Nos sistemas IP over 2 wires, a botoneira tem câmara de 2 Mpx com lente grande angular de 160°, cartão porta-nome retroiluminado e proteção IP54 contra poeiras e salpicos, e IK07 contra impactos.

O monitor interior

No interior, o monitor é o equipamento que fica à vista todos os dias. A gama Tab inclui monitores de 7” e 5” com conectividade wi-fi integrada, como o Tab 7S Up e o Tab 5S Up, e o Tab Free de 4,3”. Há modelos mãos-livres e modelos com microtelefone, e bases de mesa para quem não quer o monitor na parede.

Nos monitores Due Fili Plus com conectividade wi-fi, como o Tab 5S Up e o Tab 7S Up, o monitor continua ligado ao sistema por cabo e o wi-fi integrado permite reencaminhar as chamadas para o smartphone, através da aplicação. Para o projeto, isso implica garantir também cobertura de rede no ponto onde o monitor fica. O funcionamento destes equipamentos e o que verificar antes de instalar estão explicados no artigo Videoporteiro wi-fi: como funciona e o que ter em conta antes de instalar.

Um detalhe que interessa ao projeto: vários monitores e intercomunicadores da gama têm teleloop para próteses auditivas, e há intercomunicadores áudio Voxie com teleloop e sinalização ótica e acústica. É uma forma simples de incluir acessibilidade num equipamento de uso diário.

Está a especificar o videoporteiro de um projeto residencial?

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Moradia ou edifício: a tipologia define o sistema

A tipologia decide o sistema, e o sistema decide o desenho da entrada.

  • Moradia unifamiliar ou bifamiliar: kits Due Fili Plus com botoneira Roxie, kits com leitor RFID e kits IP over 2 wires (até 4 habitações). São soluções expansíveis, com botoneira para 1, 2 ou mais habitações.
  • Edifício de habitação coletiva: o sistema Due Fili Plus dimensiona-se em função do número de frações, com botoneira Pixel e monitores por habitação. Como alternativa à fila de botões, a botoneira Pixel com teclado alfanumérico e display permite chamar cada fração sem um botão por habitação.

Os sistemas Due Fili trabalham com dois fios, o que simplifica a infraestrutura e o traçado até à entrada. É uma decisão que o arquiteto pode antecipar com o projetista de instalações, ao definir o traçado e as caixas.

Em que momento do projeto decidir

O videoporteiro atravessa várias fases do projeto, e cada uma fecha uma parte da decisão.

  • Estudo prévio: definir a tipologia de acesso, o número de habitações a servir e o tipo de sistema. É aqui que se decide entre botoneira modular ou compacta.
  • Projeto de execução: fixar a posição da botoneira na fachada ou no muro, as caixas de embutir, a localização dos monitores e o traçado da cablagem, em articulação com o projetista de instalações.
  • Obra: confirmar que as caixas previstas foram executadas nos locais certos antes dos acabamentos.

Quando estas decisões ficam para a obra, o resultado depende do que ainda é possível fazer, e não do que o projeto pretendia.

Continuidade com a aparelhagem e a domótica

A Vimar/Elvox cobre, no mesmo ecossistema, aparelhagem, domótica e videoporteiros. Num projeto, isto permite especificar a domótica By-me Plus e o videoporteiro Due Fili Plus dentro da mesma marca.

Para o arquiteto, a vantagem é tratar o videoporteiro como parte da mesma família de equipamentos que o interruptor e o painel de controlo, e não como um objeto à parte na parede. O artigo sobre domótica em projeto com a Vimar/Elvox desenvolve este tema.

Decisões a fechar em fase de projeto

Antes de a obra começar, estas são as decisões que convém deixar definidas:

  1. Sistema: Due Fili Plus ou IP over 2 wires, em função da tipologia e do número de habitações, e se inclui controlo de acessos por RFID.
  2. Montagem da botoneira: saliente, semi-embutida ou embutida, e respetiva caixa de embutir prevista na fachada ou no muro.
  3. Enquadramento da câmara: posição e ângulo de captação, tendo em conta a aproximação de quem chega.
  4. Proteção exterior: exposição à chuva e necessidade de aro de proteção.
  5. Monitor interior: dimensão, montagem na parede ou em base de mesa, e alinhamento com a restante aparelhagem.
  6. Acessos e acessibilidade: controlo de acessos por RFID e teleloop para próteses auditivas.
  7. Integração: ligação ao sistema de domótica, se o projeto o prevê.

Quer validar estas decisões antes de fechar o caderno de encargos?

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Um equipamento técnico que também é desenho

O videoporteiro liga o exterior ao interior da casa, e cada um desses lados pede uma decisão de desenho. Com uma gama que vai da botoneira modular Pixel à Roxie compacta, e de monitores Tab de 4,3” a 7”, a Vimar/Elvox permite ajustar o equipamento à tipologia e à linguagem do projeto. O que conta é decidir cedo, com o sistema, as caixas e as posições definidos em projeto.

A Morgado distribui a Vimar/Elvox em Portugal e apoia arquitetos e projetistas na especificação.

FAQ

Em que fase do projeto se deve definir o videoporteiro?

O tipo de sistema deve ficar definido no estudo prévio, em função da tipologia e do número de habitações. No projeto de execução fixam-se a posição da botoneira, as caixas de embutir e os monitores, em articulação com o projetista de instalações, antes de a obra começar.

É possível embutir a botoneira do videoporteiro na fachada?

Sim. A série Pixel da Elvox monta-se com caixa de embutir própria, em caixilhos de 1 a 3 módulos, e a botoneira Roxie pode ser semi-embutida com acessório dedicado. A caixa deve ser prevista em projeto, antes da execução da fachada ou do muro.

Que videoporteiro Vimar/Elvox serve um edifício de apartamentos?

Em edifícios, o sistema Due Fili Plus é dimensionado ao número de frações. A botoneira Pixel pode ter um botão por habitação ou, como alternativa, teclado alfanumérico e display. A escolha depende do número de frações e do desenho da entrada.

O videoporteiro e a domótica podem ser da mesma marca?

Sim. A Vimar/Elvox tem, no mesmo ecossistema, a domótica By-me Plus, os videoporteiros Due Fili Plus e a aparelhagem. São sistemas a prever cedo, com a infraestrutura de ambos pensada em conjunto.

O videoporteiro pode ser acessível a pessoas com deficiência auditiva?

Sim. Vários monitores Tab e intercomunicadores da gama Elvox têm teleloop para próteses auditivas, e há intercomunicadores áudio Voxie com teleloop e sinalização ótica e acústica. É um critério simples de incluir na especificação: basta indicar os modelos com esta função para cada habitação.

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